Dieta e saúde bucal: quais os riscos?

A saúde de nossa boca tem tanta importância quanto do resto no nosso corpo, no entanto, algumas pessoas não sabem ou não dão tanta atenção a isso. Muitas vezes esquecemos que dieta e saúde bucal estão correlacionadas e podem ter grandes impactos no corpo. A alimentação é fundamental para o funcionamento do organismo e para a manutenção do bem-estar, no entanto, as comidas ingeridas podem afetar diretamente a integridade dos dentes e de toda a cavidade bucal.

Pesquisas apontam que ao menos 70% das pessoas que iniciam uma dieta, no Brasil, o fazem com o objetivo de perder peso. Entre as fórmulas mais populares estão as que restringem o carboidrato, as que promovem o detox, a hiperproteica e a sem glúten. Contudo, é preciso lembrar que a dieta e saúde bucal, bem como a geral, pode sofrer muito com o consumo inadequado de vitaminas e minerais. Por isso, antes de começar uma dieta é necessário compreender seus impactos, inclusive, sobre a integridade dentária.

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Os riscos que a rotina alimentar apresenta sobre os dentes

Além de fazer bem para a autoestima, o sorriso bonito também beneficia a saúde.

A dieta e saúde bucal e a integridade dos dentes são fundamentais para o processo nutritivo, uma vez que a qualidade da mastigação e a trituração apropriada dos alimentos são responsáveis pela melhoria da digestão e da absorção das vitaminas.

Os alimentos ingeridos também são causadores de grandes impactos na saúde bucal como um todo. Afinal, eles podem afetar a produção salivar, a acidez bucal, a propensão a inflamações e ainda provocar o desequilíbrio entre as colônias bacterianas.

Estamos acostumados a ouvir que o açúcar faz mal aos dentes, mas muitos não entendem como isso é possível. Já as comidas ricas em carboidratos são fontes essenciais de energia para o funcionamento do corpo, entretanto elas são igualmente utilizadas para a realização da fermentação bacteriana.

Essa ação dos microrganismos bucais ataca e desmineraliza os dentes, causando as cáries, formando placas biológicas e inflamações como a gengivite ou a periodontia.

Inclusive, por esse motivo os dentistas incentivam tanto o uso adequado do fio dental, especialmente para os pacientes que utilizam o aparelho dental invisivel fixo e outros tipos de acessórios ortodônticos.

Entretanto, dietas pobres em carboidratos também alteram a forma com que o corpo encontra energia. Sem o suprimento necessário de açúcar, o organismo passa a realizar a cetose, o que causa problemas de mau hálito.

O mau cheiro bucal originado pela cetose é resultado do processo da queima de gordura, como fonte alternativa de energia. Nesse sistema são formados três tipos de subprodutos, incluindo a acetona, que é a responsável pelo hálito cetônico.

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Quais são os efeitos da dieta na saúde bucal?

Mesmo com o que foi dito acima, não são apenas os carboidratos que podem afetar os dentes. As dietas restritivas aumentam a tendência de formação de placas bacterianas e podem apresentar diversos sintomas em toda a boca, isso por causa da redução de vitaminas necessárias no organismo.

É importante que o paciente certifique que a nova alimentação não o está impedindo de ingerir os nutrientes necessários como o zinco, o magnésio e as vitaminas D, B2 e B12, por exemplo.

Isso porque até os procedimentos estéticos, como o implante dentário, podem ser comprometidos pela falta dessas vitaminas e a dificuldade de absorção de cálcio e fósforo que a sua privação proporciona.

O consumo insuficiente de ferro deixa a boca suscetível ao aparecimento de aftas, feridas bucais, infecções e até ao desenvolvimento do câncer de boca, também dificultando a adesão de procedimentos

Já a deficiência em vitamina C pode ser sentida por meio da dificuldade de cicatrização, tendência a cáries, doenças gengivais e a mobilidade dentária.

Até a textura dos alimentos é importante, pois as comidas com consistência mais pegajosa passam mais tempo grudadas na superfície dos dentes e podem causar o desenvolvimento de bactérias, além de dificultar a limpeza do aparelho invisivel e da prótese.

Enquanto isso, os alimentos mais fibrosos podem proporcionar o aumento da salivação – que é muito benéfico na proteção da boca –, a redução da acidez da mucosa e até a limpeza dos dentes. Esses alimentos são:

  • Cenoura;
  • Brócolis;
  • Maçãs e peras;
  • Oleaginosas;
  • Folhas verdes (espinafre e acelga).

É bom lembrar que mudanças bruscas na alimentação podem ser maléficas a saúde. Sempre que você desejar ou optar por uma nova dieta, procure o auxilio e orientação de um profissional para que as mudanças ocorram de forma correta e de maneira que traga apenas benefícios ao organismo.

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Importância do acompanhamento profissional

Busque orientação profissional para os tratamentos.

Deste modo, é fácil notar que a alimentação impacta em todas as áreas da saúde, inclusive, na boca. Por isso, da mesma forma que é fundamental a consulta com um nutricionista antes do início de qualquer mudança alimentar, o acompanhamento odontológico também se faz necessário.

Além disso, a visita constante com um dentista pode ser útil na prevenção de possíveis danos ou para a realização de tratamentos cosméticos – como o clareamento dental –, a limpeza profunda dos dentes, aplicação do flúor e o diagnóstico precoce de enfermidades dentárias.

É recomendado que todos os pacientes realizem esse tipo de check-up uma vez a cada seis meses ou, no caso de pacientes diabéticos e hipertensos, a cada quatro meses.

Por fim, as consultas de manutenção ortodôntica ou de procedimentos como a lente de contato dental devem ser realizadas ao menos uma vez ao ano. Isso porque a falta de cuidado pode causar prejuízos aos dentes e afetar a qualidade da mastigação e da ingestão de certos tipos de alimentos.

Lembre-se que cuidados caseiros com os dentes ou mudanças alimentares podem não trazer resultados tão positivos à saúde, por isso, a melhor opção é que você sempre prefira uma consulta profissional, assim você pode ser orientado de forma correta. Opte sempre pelos meios saudáveis e protegidos.